Considerando os VOTOS TOTAIS, Bolsonaro tem 36%, Haddad, 22%, Ciro, 13% e Alckmin, 7%. Levantamento ouviu 19.552 eleitores entre quinta-feira (5) e sábado (2)
Por G1
O Datafolha divulgou neste sábado (6) o resultado da mais recente pesquisa de intenção de voto na eleição presidencial. Desde a última pesquisa do instituto, divulgada no dia 4, e realizada nos dias 3 e 4 de outubro, o primeiro colocado, Jair Bolsonaro oscilou um ponto para cima, e o segundo colocado, Fernando Haddad se manteve estável.
A probabilidade de os resultados retratarem a realidade é de 95%, considerando a margem de erro, de dois pontos para mais ou para menos. A pesquisa ouviu 19.552 eleitores entre quinta-feira (5) e sábado (2).
Votos válidos
- Jair Bolsonaro (PSL): 40%
- Fernando Haddad (PT): 25%
- Ciro Gomes (PDT): 15%
- Geraldo Alckmin (PSDB): 8%
- Marina Silva (REDE): 3%
- João Amoêdo (NOVO): 3%
- Alvaro Dias (PODE): 2%
- Henrique Meirelles (MDB): 2%
- Cabo Daciolo (PATRI): 1%
- Guilherme Boulos (PSOL): 1%
- Vera Lúcia (PSTU): 0%
- João Goulart Filho (PPL): 0%
- Eymael (DC): 0%
Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.
Votos totais
Nos votos totais, quando são considerados os brancos/nulos e os indecisos, os resultados foram os seguintes:
- Jair Bolsonaro (PSL): 36%
- Fernando Haddad (PT): 22%
- Ciro Gomes (PDT): 13%
- Geraldo Alckmin (PSDB): 7%
- Marina Silva (REDE): 3%
- João Amoêdo (NOVO): 3%
- Alvaro Dias (PODE): 2%
- Henrique Meirelles (MDB): 2%
- Cabo Daciolo (PATRI): 1%
- Guilherme Boulos (PSOL): 1%
- Vera (PSTU): 0%
- João Goulart Filho (PPL): 0%
- Eymael (DC): 0%
- Em branco/nulo/nenhum: 6%
- Não sabe: 4%
Acima, nos votos totais, são considerados os votos brancos e nulos e o percentual dos eleitores que se declaram indecisos.

Do G1/PE



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O Globo















A seis dias das eleições, o juiz Sergio Moro levantou o sigilo sobre um dos termos de colaboração premiada do ex-ministro Antônio Palocci, que detalha o suposto loteamento de cargos na Petrobras em troca de financiamento para o PT. Moro sempre terá uma justificativa jurídica para cada um de seus atos, mas vai ficar difícil convencer alguém de que ele não está também em campanha.