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Arraiá do Pedro Lourenço
terça-feira, 30 de dezembro de 2025
Segundo o artigo 26 do Código de Defesa do Consumidor, o direito de reclamar pelos vícios aparentes ou de fácil constatação caduca em:
A importância de São Tomás Becket hoje A relevância de Tomás Becket para nós vai além da resistência pública à tirania. Ele abre um horizonte profundamente pessoal para quem procura viver a fé cristã, iluminando a luta interior de todo ser humano para se tornar fiel discípulo de Cristo.
Embora 850 anos tenham se passado desde seu martírio, São Tomás Becket continua a ser figura controversa, e sua disputa com Henrique II da Inglaterra continua a dividir os historiadores. Enquanto alguns admiradores de Henrique veem em Tomás a causa de todas as misérias e da morte do rei, os devotos do santo tendem a demonizar Henrique. Como tudo na vida, a realidade é complicada. Mas é essa complicação — e a humanidade decaída no centro dela — o que torna Tomás Becket relevante para todos os tempos, particularmente para o nosso.
Os detalhes da vida de Tomás são bem conhecidos. Nascido em Londres por volta de 1120, de jovem tempestuoso passou à tranquila carreira de escriturário durante o arcebispado de Teobaldo de Cantuária. Ambicionando a enfermagem, cresceu e tornou-se arquidiácono; mais tarde, descoberto por Henrique II, foi feito chanceler real da Inglaterra. Amigo pessoal do rei, Tomás tinha um estilo de vida luxuoso, além de ser considerado corrupto e libertino. Na verdade, ele era virtuoso o bastante; só gostava um pouco demais da boa vida. Em 1162, forçado pelo rei a fazer-se arcebispo de Cantuária, passou por nova conversão ao se dar conta de que havia um Mestre superior a quem estava obrigado a servir.
Henrique esperava que o amigo fosse outra marionete, mas Tomás era pastor forte do povo, com uma vida espiritual cada vez mais profunda. As relações entre os dois se deterioraram, e a disputa eclodiu. As várias discussões com Henrique culminaram no exílio de Tomás em 1164, seguido por seis anos de tribulações. Uma série de complicados acordos finalmente lhe garantiram o retorno à Inglaterra em dezembro de 1170. Algumas semanas depois, em 29 de dezembro, após contínuas recusas do arcebispo em ceder às exigências do rei, quatro cavaleiros de Henrique o assassinaram na própria catedral.
A disputa entre Tomás e Henrique tinha por centro a liberdade da Igreja Católica na Inglaterra. Defensor das reformas de São Gregório VII, Tomás buscou reduzir o controle do braço secular sobre a Igreja, além de defender, entre outras coisas, a autoridade dos tribunais eclesiásticos. Os cristãos enfrentaram mais de uma vez o problema: poderes seculares a intrometer-se na vida da Igreja, com o fim de conformar a doutrina católica aos costumes da época, limitando assim o direito à adoração e o de seguir os valores de Cristo. Nos últimos tempos, organizações católicas foram vítimas de políticas anticristãs e tiveram de lutar nos tribunais por seus direitos. À medida que aumenta a pressão contra a liberdade religiosa, os cristãos são instados a submeter-se, se querem ser bons cidadãos, e, pelo bem da paz, a ser progressistas num mundo que os está deixando para trás. A resposta de Tomás a semelhantes transgressões foi resistir, permanecer firme, lembrar aos poderes seculares que também eles estão sujeitos a um Mestre superior.
A relevância de Tomás para nós vai além da resistência pública à tirania. Ele abre um horizonte profundamente pessoal para quem procura viver a fé cristã, ou seja, a luta interior para transformar-se em fiel discípulo de Cristo. Tradicionalmente, sua conversão é considerada dramática. Na verdade, foi um processo gradual. A conversão, por via de regra, não é espetacular ou instantânea; no mais das vezes, trata-se de um processo pessoalmente difícil, que exige comprometimento, humildade e determinação. Conformar-se a Cristo envolve sofrimento e até mesmo uma sensação de alienação, à medida que se passa do que é familiar para o que é novo e desafiador. Tomás experimentou isso e, às vezes, sentia-se sozinho, isolado, imerso numa noite escura. Ainda criança, a mãe incutiu-lhe uma piedade simples e generosidade para com os pobres. Isso proporcionou uma base sólida para sua renovada vida espiritual, guiando-o à medida que ele se aprofundava na vida de fé.
A luta interior de Tomás ajuda-nos a entender nossa própria vida espiritual. Devemos tomar consciência de que Deus nos chama a todos a um relacionamento íntimo com Ele, independentemente do nosso passado. Os inimigos de Tomás nunca lhe deram chance; ele sempre foi o “chanceler amante do luxo”. Mas Deus viu-lhe potencial e aproveitou-o para o bem da Igreja.
Apesar de todos os defeitos, Tomás foi homem de dever. Isso o levou a perceber que, como arcebispo, seu verdadeiro mestre era Cristo, e seu dever era servir o Senhor e o seu povo. Com a intenção de bem governar sua diocese, viu ser necessário ensinar a fé e santificar o povo. Para isso, teve de estudar, o que lhe demandou grande esforço e humildade ainda maior; daí sua santidade. Nisto ele serve de modelo para os bispos, a quem exorta à fidelidade e ao cumprimento do dever, advertindo-os das consequências de sacrificar a fé e o rebanho a fim de apaziguar ambições, normas e ideologias de determinado tempo. Em seu ministério, enfrentou muitas dificuldades e decepções. Cometeu erros. Entretanto, sua determinação em ser fiel era constante, pois entendera que a Igreja não está sujeita a governantes seculares ou ao Estado.
Defender a Igreja trouxe-lhe grande solidão. Às vezes, nem mesmo os amigos entendiam o que ele estava fazendo. Para muitos, parecia imprudente, e às vezes o era de fato; mas sabia que a fidelidade a Cristo e à Igreja não era uma opção. Sabia que tinha de morrer para si mesmo a fim de encontrar coragem para cumprir o dever. Com o tempo, percebeu que seria condenado à morte por essa mesma fidelidade, e submeteu-se a este sacrifício pelo bem da Igreja.
Tomás Becket desafia os cristãos de todas as idades a abraçar a fé em plenitude, independentemente do custo, e a reconhecer que há um preço que vale a pena pagar. Ele nos encoraja a amar a Igreja e a defendê-la, se necessário, não com estranheza obstinada ou orgulho eclesiástico e superficial, mas por amor ao próprio Cristo. Para isso, Tomás é sempre relevante, embora possa continuar a ser uma figura controversa nos próximos anos.
segunda-feira, 29 de dezembro de 2025
Chaparral e Juliana acompanham show do Frei Gilson em megaevento católico na capital da Paraíba
quinta-feira, 25 de dezembro de 2025
Prefeitura de Bom Jardim confirma atrações da 58ª Festa de Reis no distrito de Umari
A Festa de Reis é uma das manifestações culturais mais tradicionais do distrito e reúne moradores da região e visitantes de municípios vizinhos. Nas redes sociais, a gestão municipal destacou a expectativa para o evento e convidou a população a participar da festa, que promete grande público e estrutura voltada à segurança e organização.
Decreto define pontos facultativos e feriados do Natal e Ano Novo em Casinhas
A Prefeitura de Casinhas divulgou, por meio do Decreto nº 82, de 22 de dezembro de 2025, o calendário de pontos facultativos e feriados válido para o período de final de ano no município. Ontem, quarta-feira (24), véspera do Natal, foi decretado ponto facultativo nas repartições públicas municipais, marcando o início da programação administrativa especial neste fim de ano.
Hoje, quinta-feira (25), é feriado nacional em celebração ao Natal, data que simboliza o nascimento de Jesus Cristo e é tradicionalmente dedicada à confraternização familiar e às celebrações religiosas. A programação segue nesta sexta-feira (26), com novo ponto facultativo, permitindo a continuidade do período festivo para servidores e população em geral.
De acordo com a gestão municipal, durante todo esse período, os serviços essenciais seguirão funcionando normalmente, garantindo o atendimento à população nas áreas consideradas indispensáveis.
Casal de prefeitos Chaparral e Juliana celebra véspera de Natal em família
A véspera de Natal foi marcada por um momento de fé, união e celebração em família para o casal de prefeitos Cleber Chaparral (Surubim) e Juliana de Chaparral (Casinhas). A tradicional ceia natalina reuniu familiares, parentes e amigos próximos em um clima de confraternização e gratidão.
Reeleita prefeita de Casinhas em 2024 com a maior votação da história do município, Juliana de Chaparral atravessa um momento de forte projeção na política pernambucana. À frente do segundo mandato no Executivo municipal, a gestora já se movimenta para disputar, pela primeira vez, uma vaga na Câmara dos Deputados nas eleições de 2026.
O Legado de Júpiter
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"Maria, passa a frente dos problemas, abre estradas, caminhos e corações
Maria, passa à frente - Padre Marlon Múcio"Maria, passa a frente dos problemas, abre estradas, caminhos e corações. E conduza-nos à vida eterna junto de seu filho amado Jesus Cristo" - - - Se inscreva no Canção Nova Play: https://goo.gl/n5j4AW Veja este vídeo completo: https://goo.gl/yjps8s
Publicado por Canção Nova Play em Segunda, 22 de janeiro de 2018
Oração de Frei Damião de Bozano
Dados da Cidade Geografia Localiza-se a uma latitude 07º44’28” sul e a uma longitude 35º43’16” oe
Dados da Cidade Geografia Localiza-se a uma latitude 07º44’28” sul e a uma longitude 35º43’16” oeste. Sua população estimada em 2009 era de 14.798 habitantes. O município está incluído na área geográfica de abrangência do semiárido brasileiro, definida pelo Ministério da Integração Nacional em 2005. Esta delimitação tem como critérios o índice pluviométrico inferior a 800 mm, o índice de aridez até 0,5 e o risco de seca maior que 60%. Relevo O município de Casinhas insere-se nas Áreas Desgastadas do Planalto da Borborema, composto por maciços e outeiros altos. Vegetação A vegetação do município é a caatinga hipoxerófila (ZANE – Zoneamento Agroecológico do Nordeste – EMBRAPA/2000). Hidrografia O município insere-se na bacia hidrográfica do rio Capibaribe. Os recursos hídricos dominantes são afluentes da bacia do rio Capibaribe, sobretudo o rio Caiai e os Riachos Gado Bravo e do Pato seus principais afluentes na área. O rio Capibaribe é perene e de baixa vazão no município. Todos os seus afluentes e subafluentes neste trecho possuem regime intermitente.
Histórico Segundo a tradição local, por volta de 1890, no caminho entre Bom Jardim e a mata existe
Histórico Segundo a tradição local, por volta de 1890, no caminho entre Bom Jardim e a mata existente no local, havia uma casinha de palha, onde vivia uma senhora portadora de deficiência que costumava dar pouso aos viajantes. Posteriormente mudou-se para o local o Sr. José Barbosa de Farias. Outras famílias estabeleceram-se no local. Em 1894, foi construída uma capela dedicada a Nossa Senhora das Dores, atual padroeira, pelo professor José Merim. A partir deste núcleo de pequenas casas, que deu origem ao nome Casinhas, surgiu o município. O distrito de Casinhas foi criado pelas leis municipais nºs 46, de 16 de Dezembro de 1925, e nº 2, de 16 de Novembro de 1929, sendo subordinado ao município de Surubim. Foi elevado à condição de município pela lei estadual nº 11228, de 12 de Julho de 1995, com base na lei estadual complementar n° 15, de 1990, que permitiu aos municípios a solicitação da emancipação, desde que atendessem a alguns requisitos, como ter população superior a 10 mil habitantes e que o total de eleitores seja maior que 30% desta população. O município foi instalado em 1 de Janeiro de 1997.
MUDA CASINHAS MUDA CATOLÉ
NÃO FEZ É DIREITO DO POVO COLOCAR PRA FORA
BUSCANDO CRISTO UMA LUTA DIARIA




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