O
impasse do PT é simples: no diretório regional do Recife ninguém tem
maioria para decidir e portanto alguém tem que ceder mas ninguém se
dispõe a isso. João da Costa, por exemplo, não abre mão. Ele tem sido
categórico, quando afirma que tem direiro à reeleição e não vai pra casa
sem concorrer pela segunda vez à Prefeitura do Recife, ainda sendo
possível se costurar politicamente esse projeto. A disposição do
prefeito não deve ser vista apenas como uma intransigência. Ele,
certamente, tem a garantia, seja lá de quem for, de que não será jogado
às traças. Faltando apenas o ponto final desta história, que poderá até
ter o dedo de Lula, nenhum petista quer que a definição do candidato do
partido a prefeito do Recife saia pelas mãos do governador Eduardo
Campos (PSB). E essa é outra história.
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