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domingo, 21 de julho de 2013

Os políticos e o papa: sem papagaio de pirata

 Se em 2005 houve corrida de políticos brasileiros para ir aos funerais de João Paulo 2º, parlamentares e governantes adotam postura discreta na vinda de Francisco, observa Vera Magalhães, na sua coluna de hoje, no GLOBO. "Não há clima para ser papagaio de pirata'', admite um senador.
O Palácio do Planalto ainda insistia em mudar o local do encontro de Dilma e do governador Sérgio Cabral com o papa. O Palácio Guanabara é considerado muito vulnerável.  Setores do governo sugeriram que a audiência oficial com o papa acontecesse na própria base aérea do Galeão, logo após o desembarque de Francisco.
 Escrito por Magno Martins, às 05h20

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