Se dependesse do Datafolha, instituto ligado ao grupo Folha, Fernando Haddad, do PT, também teria ficado de fora, mas os resultados oficiais lhe deram 5 pontos a mais do que indicavam as pesquisas, enquanto Celso Russomano, do PRB, teve cinco pontos a menos. Para fazer face às críticas, a Folha publicou nesta quarta-feira uma reportagem de página inteira intitulada “Institutos de pesquisa são alvos de críticas após resultado das urnas”, o que não chega a ser propriamente uma autocrítica. Segundo Mauro Paulino, diretor-geral do Datafolha, sequer há o que se justificar. “Não houve erro. Fomos o primeiro instituto a mostrar a queda de Russomano e a subida de Serra e Haddad. O instituto não tem como dizer na véspera o que não ocorreu”. Segundo Paulino, o trabalho de um instituto se assemelha mais ao de um fotógrafo do que ao de um meteorologista. Distorções e eventuais manipulações de pesquisas eleitorais serão investigadas pela Polícia Federal, num inquérito aberto a pedido do Movimento dos Sem-Mídia. | |
| Escrito por Magno Martins, às 13h30 |
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