A chance disso dar certo e haver o novo julgamento, contudo, é remotíssima. Mas, como no mensalão a esperança é a última que morre, há quem acredite que, caso o STF aceite julgar de novo um réu condenado, por exemplo, por seis a quatro, com dois novos ministros na Corte (um na vaga de Cezar Peluso e outro na de Ayres Britto, que se aposenta em novembro), seria possível se reverter a condenação. A tese funcionar é quase como ganhar na Mega Sena, mas será bastante vendida pelos advogados aos condenados do mensalão. | |
| Escrito por Magno Martins, às 09h30 |
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