Se
não for nesta semana, como parece que não será, na próxima a Câmara dos
Deputados estará votando a chamada Lei da Copa, regulamentando
princípios para a perfeita realização de maior certame mundial de
futebol, em 2014. Perfeita? Nem pensar, do jeito que as coisas vão,
porque para conquistar a designação do Brasil para a Copa, o então
presidente Lula fez concessões absurdas à Fifa, comprometendo-se a
aceitar exigências que contrariavam nossa legislação e até artigos da
Constituição. A Fifa impôs e constam do projeto agora em discussão
abusivas disposições.
Pois
agora apareceu mais um: a Fifa exige a proibição de greves e sucedâneos
nas cidades escolhidas para abrigar os jogos, alegando prejuízo de
bilheteria caso se vejam paralisados os transportes coletivos, os
restaurantes, a hotelaria, os funcionários dos estádios e similares.
Convenhamos, trata-se de rasgar a Constituição brasileira, que prevê o
direito de greve para todos os trabalhadores. Uma espécie de imposição
nazista ou de ucasse stalinista. Uma humilhação sem paralelo em nossas
relações internacionais. Com a palavra os deputados.
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