Para
atender à determinação de Dilma Rousseff de reduzir o custo dos
empréstimos no país, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal se
preparam para cortes mais agressivos nas taxas oferecidas a cliente com
histórico de bom pagador. Os principais focos das medidas são os juros
cobrados no cheque especial e no cartão de crédito. Dependendo do risco
que o cliente ou a empresa oferecem, será possível cortar as taxas em
até mais da metade. Em produtos específicos, os juros podem cair de 10%,
9% para 3% ao mês.
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