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A
pré-anunciada greve geral do funcionalismo por reajuste salarial, que
pode mobilizar até 1 milhão de trabalhadores e deve ocorrer em abril,
parece não assustar o governo federal. O secretário de Recursos Humanos,
do Ministério do Planejamento, Duvanier Paiva, afirmou que a
mobilização é "natural" visto que as classes sindicais unificam um grupo
grande de funcionários públicos da União.
De
qualquer forma, ciente da importância do nível de relacionamento e
diálogo com o funcionalismo e dos prejuízos de uma greve para a
população, o governo vai criar uma nova secretaria exclusivamente para
intermediar os debates com as centrais sindicais.
Durante
o diálogo exaustivo entre governo e sindicatos, a cautela deverá dar o
tom das negociações. Não vai ser fácil fazer com que o Palácio do
Planalto abra a carteira neste momento de incertezas em relação à crise
econômica internacional. Segundo o secretário, caso as negociações não
cheguem a um entendimento comum, as greves trabalhistas serão tratadas
de maneira firme.
A
atual Secretaria de Recursos Humanos será extinta e dará espaço à
Secretaria de Relações do Trabalho, que manterá Duvanier Paiva como
titular.
Fonte: Agência Brasil
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